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sábado, agosto 05, 2006

94. DESCULPA

Foto disponível no URL: Máscara

A minha mente hoje está pensativa
Revoltada consigo mesma
Olhando para o seu percurso de vida
De onde vieste
A educação que te deram
E tu?
Fazes tudo errado
Já não te conheço
Tudo parece desabar
Queres ser alguém na vida
E olhas para o teu redor
O que observas?
Nada e ninguém
Falas com tantas pessoas
Mas sentes-te só
Querem fazer de ti um herói
E eu o que sou?
Um falhado.
Sinto o tecto pressionar-me contra o chão
Por favor ajudai-me Senhor
Eu quero ser homem
Poder sorrir, e fazer sorrir
Sem estar a fazer teatro
Hoje visto uma personagem
E amanha outra
E mais outra.
Viajando no tempo
Nada ou pouco mudou em mim
Sim a idade talvez
Mas a minha mente parou no tempo
Quero recupera-la
Onde a perdi?
Será que foi no tal fatídico dia?
Espero que não
Eu hei-de conseguir
Não quero voltar a sentir o que já senti
Não quero uma recaída
Alguém aposta em mim
E eu?
Só dou desilusões
E nem a verdade consigo dizer…
Me perdoem
Não é por mal
Mas sim por vergonha
Mas prometo que eu hei-de conseguir
E ainda haverão ter orgulho de mim…

Etiquetas:

"DOMINUS VOBISCUM"
    Publicado por Pedro Nobre ás 00:47   4 REFLEXUS

4 Comments:

At sábado, agosto 05, 2006 9:00:00 da manhã, Blogger Freyja said...

se lee tristeza, la vida es tantas sensaciones y sucesos
nos paramos en un escenario donde sonreimos, amamos, lloramos y somos protagonistas que viajamos con el tiempo y el espacio
se gana y se pierde...todo es un viceversa en la vida
hermosos versos Pedro, llenos de melancolia
un abrazo y un lindo fin de semana
besitos


besos y sueños

 
At sábado, agosto 05, 2006 1:42:00 da tarde, Blogger Miguel said...

Finalmente voltaste Pedro!
Sejas bem vindo ao nosso encontro!

Estás perdoado!

BOM FDS!

Bjks da Matilde

 
At domingo, agosto 06, 2006 4:20:00 da tarde, Blogger Paulo Silva said...

Então o que se passa?
Espero que seja só um simples desabafo.
Um abraço.

 
At domingo, agosto 06, 2006 9:56:00 da tarde, Blogger Saramar said...

Pedro, meu querido Poeta.
Quantas vezes nos sentimos assim, inúteis, danosos até.
Creio que é fruto da exigência imensa que colocamos sobre nós mesmos.

Porém, além do tema, o poema é belíssimo, como sempre.

Beijos e boa semana.

 

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